urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincentvincentnão devemos resisitir às tentações, elas podem não voltar. (millôr fernandes)LiveJournal / SAPO Blogsvincent2012-02-12T12:39:25Zurn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1445862012-02-12T12:39:01vincent @ 2012-02-12T12:39:012012-02-12T12:39:25Z2012-02-12T12:39:25Z<p><img style="border: 0 none;" src="http://29.media.tumblr.com/tumblr_lz7b1wnx6b1qhsicco1_500.gif" alt="" width="500" height="304" /></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1442432012-02-08T17:44:49A manual for living with defeat2012-02-08T17:46:38Z2012-02-08T17:46:38Z<p> </p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/1ChApspDrjg" width="400" height="25" frameborder="0"></iframe></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1439292012-02-08T17:14:28vincent @ 2012-02-08T17:14:282012-02-08T17:18:51Z2012-02-08T17:18:51Z<p><img style="border: 0 none;" src="http://28.media.tumblr.com/tumblr_lz28l7Qzdy1qdv2tto1_r1_500.jpg" alt="" /></p>
<p><strong id="yui_3_4_0_3_1328721475201_1149" class="username">Por <a id="yui_3_4_0_3_1328721475201_1152" href="http://www.flickr.com/photos/simplycasual/" rel="noopener">Jeen Na</a></strong></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1437412012-02-08T16:30:54vincent @ 2012-02-08T16:30:542012-02-08T16:38:04Z2012-02-08T17:19:52Z<p style="text-align: justify;"><em>A solidão é o que temos mais certo, ansiada por nós nos dias maus, esquecida no extase da euforia, mas está lá sempre, pronta aparecer para nos fazer companhia. Teima em ficar mesmo quando à nossa volta já nada resta.</em></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1434452011-11-26T16:25:38culto #232011-11-26T16:32:18Z2011-11-26T16:32:18Z<p><img style="border: 0 none;" src="http://kairin.ch/blog/wp-content/uploads/2010/08/1.jpg" alt="" width="500" height="332" /></p>
<p>a minha bicicleta - <a href="http://kairin.ch/blog/2010/08/17/rusty/#comments" rel="noopener">daqui</a></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1431382011-11-08T11:23:45vincent @ 2011-11-08T11:23:452011-11-08T11:27:42Z2011-11-08T11:27:42Z<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/LrNz37uc7kc?rel=0" width="400" height="233" frameborder="0"></iframe></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1428642011-09-13T13:14:08eu/ela2011-09-13T12:22:16Z2011-09-13T12:22:49Z<p><em>eu - gosto de ti</em></p>
<p><em>ela - tshi, não gostas nada</em></p>
<p><em>eu - gosto mesmo, estou apaixonado por ti</em></p>
<p><em><em>ela</em> - não estás nada </em></p>
<p><em>eu - estou mesmo, amo-te miúda</em></p>
<p><em><em>ela</em> - como podes ter tanta certeza disso?</em></p>
<p><em>eu - a minha piça não se cansa de me lembrar a toda a hora que estou contigo</em></p>
<p><em><em>ela</em> - não gosto de piça, é uma palavra feia</em></p>
<p><em>eu - sim, mas o amor é lindo...</em></p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1428382011-09-01T14:46:19vincent @ 2011-09-01T14:46:192011-09-01T13:49:15Z2011-09-01T13:49:15Z<p style="text-align: left;"><span style="font-size: small;"><em>ela usava uma peruca de um loiro platinado</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>e tinha a face carregada de rouge e pó</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>e não economizava no batom</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>traçando uma enorme boca pintada</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>e seu pescoço era coberto de rugas</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>mas ainda tinha o rabo de uma garota</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>e as pernas eram boas.</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>ela usava calcinhas azuis que eu baixei e</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>ergui seu vestido, e à luz bruxuleante da TV </em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>tomei-a de pé.</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>enquanto nos digladiávamos ao redor do quarto </em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>(estou fodendo uma cova, pensei,</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>trazendo mortos de volta à vida, maravilhoso</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>tão maravilhoso</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>como comer azeitonas geladas às 3 da manhã </em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>com metade da cidade em chamas)</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>gozei.</em></span><br /><br /><span style="font-size: small;"><em>vocês podem ficar com suas virgens, rapazes</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>dêem-me velhas gostosas no alto dos seus saltos</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>com rabos que esqueçam de envelhecer.</em></span><br /><br /><span style="font-size: small;"><em>claro, você tem que dar o fora depois </em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>ou ficar muito bêbado, o que é a mesma</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>coisa. </em></span><br /><br /><span style="font-size: small;"><em>bebemos vinho por horas e assistimos tevê</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>e quando fomos para a cama</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>para dormir</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>ela não tirou os dente da boca</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>a noite toda.</em></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: small;"><br /><strong>Charles Bukowski</strong>, O Amor é um Cão dos Diabos</span></p>
<p style="text-align: right;"><span><span>(Via <a href="http://cantinhodoocio.blogspot.com/2011/08/uma-das-mais-quentes.html" rel="noopener">Cantinho do Ócio</a>)</span></span></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1424482011-08-24T14:49:41hipertensão2011-08-24T14:38:52Z2011-08-24T20:37:35Z<p style="text-align: justify;"><em>Sentado na mesa dos fundos, conservador nos gostos, pedia sempre o mesmo, o costume, enquanto isso observava (controlava) quem pela porta entrava, esperava secretamente por ela, mas ela nunca mais entrou desde que o deixou. Homem demasiado novo para o rosto usado de aspecto enrugado que possuía, a cada ruga correspondia uma mulher, eram as suas cicatrizes, as provas de seu amor que por elas sentira e que entretanto passara, deixando o rasto. O culpado tinha sido sempre o mesmo, o seu coração juvenil, imaturo e sempre voluntarioso, adicto em sentimentos fortes que invariavelmente provocavam ressacas, cada vez mais fortes, no seu corpo já de si fragilizado. Mas tinha chegado o tempo de dizer basta, já não dava para suportar mais, pensou em suicídio, mas acobardou-se à ultima hora, estava indeciso na forma de executar e tinha horror a sangue e pavor a sofrimento, engendrou então um plano de envenenamento selectivo silencioso do culpado, mas em vez de cicuta optou por cloreto de sódio, encontrava-se mais fácil, comprava-se na mercearia, trazia sempre quatro pacotinhos no bolso que despejava, duas vezes por dia, a gosto, por cima do costume, até este deixar do ser.</em></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1422722011-08-06T13:35:42vincent @ 2011-08-06T13:35:422011-08-06T12:37:33Z2011-08-06T12:38:22Z<p style="text-align: justify;" align="JUSTIFY"><em><span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: small;"><span style="color: #333333;">O amor é uma coisa muito estranha, que todos os dias nos acorda, depois de sonhos inequívocos, a lembrar-nos que estamos condenados à pessoa que amamos. E ficamos, por estarmos apaixonados, convencidos. Que o nosso inteiro coração, por estar ocupado por ela, está entregue a expandir-se ilimitadamente por causa disso, por uma só pessoa.</span></span></em></p>
<p style="text-align: justify;" align="JUSTIFY"><em><span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: small;"><span style="color: #333333;">O amor - que foi, nalgum dia ou em qualquer outra vida que se teve, enquanto se estava distraído, uma prova de se estar vivo, uma maneira de chamar e de pertencer só para poder fazer parte da palavra - revela-se, ao ver-se tão feio e egoísta, uma prova de humanidade, que também dói.</span></span></em></p>
<p style="text-align: justify;" align="JUSTIFY"><em><span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: small;"><span style="color: #333333;">Dói tanto o amor desencontrado como aquele que se encontra. Cada apoteose antecede um plano de fuga. Só os sentimentos de cada um, excluindo os outros (a começar por aqueles que têm os que amamos) conseguem concertar a emoção de que se foge e, ao mesmo tempo, na qual se encontra refúgio.</span></span></em></p>
<p style="text-align: justify;" align="JUSTIFY"><em><span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: small;"><span style="color: #333333;">Amar antes de Agosto começar é como aceitar, de abraço aberto, o frio de Dezembro - e agradecer, apesar da desilusão do tempo que está, o conforto de saber que não é Inverno nem Outono. Há calma.</span></span></em></p>
<p style="text-align: justify;" align="JUSTIFY"><em><span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: small;"><span style="color: #333333;">Em Agosto vai haver tempestades; vai chover; vamos ser confundidos tanto como o tempo consegue, presos ao passar das nuvens e ao azular do céu, surpreendidos e encantados, como se sob o efeito de um ilusionista.</span></span></em></p>
<p style="text-align: justify;" align="JUSTIFY"><em><span style="color: #333333; font-size: small;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">O amor é como o ano. Agosto é como um dia. O tempo o amor começam enquanto continuam. É quando o amor continua que se está mais apaixonado. </span></span></em></p>
<p style="text-align: justify;" align="JUSTIFY"> </p>
<p style="text-align: right;" align="JUSTIFY"> <strong>Miguel Esteves Cardoso</strong></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1418752011-07-29T16:53:01vincent @ 2011-07-29T16:53:012011-07-29T15:54:35Z2011-07-29T15:54:35Z<p style="text-align: left;"><span style="font-size: small;"><em>Ninguém tem o dengo</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>Que tem minha preta</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>E nem o gênio</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>Que ela também tem</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>É ela quem dá ordem</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>Aqui na nossa casa</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>Mas quando ela relaxa</em></span><br /><span style="font-size: small;"><em>Fica tudo bem</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><em>mariana -</em><strong> Seu Jorge</strong></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1416652011-07-28T14:22:53made in portugal2011-07-28T13:35:47Z2011-07-28T13:35:47Z<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/25945509?title=0&byline=0&portrait=0" width="400" height="170" frameborder="0"></iframe></p>
<p> </p>
<p>Isto é português e é sobre uma das mais belas vilas de Portugal, Óbidos. Excelente trabalho.</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1414652011-07-27T15:02:54filosofia barata*2011-07-27T14:04:51Z2011-07-27T14:07:49Z<p><img style="border: 0 none;" src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_lozumbiNEF1qzr04eo1_500.jpg" alt="" /></p>
<p> </p>
<p>* em tempos de crise não há graveto para mais.</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1412122011-07-25T10:35:04272011-07-25T10:06:29Z2011-07-25T15:03:07Z<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/xZeQszRTojk" width="310" height="251" frameborder="0"></iframe></div>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"></div>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Ela morreu. Não sou muito de obituários, não gosto da morte, lido mal com ela. Mas Amy merece uma homenagem. Ela era diferente de todo o mundo e marcou a musica como ninguém, vai perdurar na nossa memória durante muito tempo e o mais provável, como acontece aos realmente bons, é que nunca se apague. </span><br /><span style="font-size: small;">Teve uma vida de merda, uma vida trágica/cómica, trágica para ela, humor escatológico para o mundo. Pareceu-me sempre uma miúda demasiado frágil para a voz poderosa que tinha. Um ser maior suportado por umas inconfundíveis mas titubeantes pernas de alicate.</span></div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1408612011-06-26T21:58:07vincent @ 2011-06-26T21:58:072011-06-26T21:09:23Z2011-06-26T22:15:38Z<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><em>Desajeitado ambicioso aspirava a ser perfeito. Ambição essa, que sempre se revelou demasiado grande para tão parco talento.</em></span></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1407852011-05-24T23:59:56amen!2011-05-24T23:01:09Z2011-05-24T23:57:16Z<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/QW0i1U4u0KE" width="425" height="344" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em><br /></em></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1403062011-04-28T16:43:52vincent @ 2011-04-28T16:43:522011-04-28T16:14:36Z2011-04-28T16:14:36Z<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><em>Não me lembro de ser novo. Não tenho nenhuma memória de me sentir na força da vida, ou no vigor da idade, ou nos anos dourados. Mesmo quando era adolescente. Nesse sentido, sempre fui bastante velho (…). Eu fui criança. Não tenho é noção de ter sido jovem. Saltei de criança para velho muito rapidamente</em></span></p>
<p style="text-align: justify;">Pedro Mexia (apanhado no <strong><a href="http://www.facebook.com/IpsilonFB" rel="noopener">Ípsilon</a></strong>)</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1402232011-04-27T18:21:13sol2011-04-27T17:23:29Z2011-04-27T17:28:26Z<p><em><a href="http://www.maxwanger.com/love" rel="noopener">uma sugestão</a>, um sitio mais que adequado ao meu espirito nestes dias.</em></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1398642011-04-21T19:44:57vincent @ 2011-04-21T19:44:572011-04-21T18:45:19Z2011-04-21T18:45:19Z<iframe src="http://player.vimeo.com/video/22564317?title=0&byline=0&portrait=0&color=ffffff" width="400" height="225" frameborder="0"></iframe>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1396002011-04-05T10:04:02vincent @ 2011-04-05T10:04:022011-04-05T09:04:10Z2011-04-05T09:04:10Z<p><em><span style="font-family: 'times new roman', times; font-size: large;">"I remember awakening one morning and finding everything smeared with the color of forgotten love."</span></em></p>
<p style="text-align: right;">Charles Bukowski</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1393672011-03-26T15:38:55vincent @ 2011-03-26T15:38:552011-03-26T15:41:59Z2011-03-26T15:41:59Z<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/21198351?title=0&byline=0&portrait=0" width="400" height="225" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: right;">assinar <a href="http://www.votregouttedeau.org/" rel="noopener">aqui</a></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1392322011-03-16T16:37:36vincent @ 2011-03-16T16:37:362011-03-16T16:38:17Z2011-03-16T16:38:17Z<p><img style="border: 0 none;" src="http://26.media.tumblr.com/tumblr_li40u59LG01qz6f9yo1_500.jpg" alt="" width="400" height="531" /></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1387562011-03-15T16:11:08culto #222011-03-15T16:42:18Z2011-03-17T15:50:53Z<p><a href="http://eimpossivelsertudoparatodos.blogspot.com/2009/11/lomografia.html" rel="noopener"><img style="border: 0 none;" src="http://homepage.mac.com/marisaholmes/iblog/C1125686843/E20080510202712/Media/diana.jpg" alt="" width="400" height="413" /></a></p>
<p><a href="http://microsites.lomography.com/diana/products" rel="noopener">The Diana F+ Camera</a></p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;">Aproximaste-te dengosa e bela, um clássico, depois com um sorriso maroto estendeste-me a mão e disseste "toma é para ti, chama-se diana", rebuscaste na mala e de lá foste tirando vários brinquedos, disseste que eram para encaixar nela mas que me iam dar jeito, pois melhorariam o resultado quando estivesse com ela. Por fim arremataste dizendo "é para ti, mas também quero brincar com ela". Nunca imaginei que fosse tão fácil...</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1387442011-03-11T18:18:56é já amanha2011-03-11T18:20:41Z2011-03-11T18:21:36Z<p style="text-align: center;"><em>Um conservador é um revolucionário com uma revolução de atraso.</em></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vincent:1382902011-03-04T14:34:07Quero fazer contigo o que a primavera faz com as cerejas *2011-03-04T14:49:01Z2011-03-04T17:45:41Z<p><img style="border: 0 none;" src="http://picrandom.com/images/tumblrlgc8.gif" alt="" width="400" height="308" /></p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><em>Ainda não sei o que raio da primavera faz com as cerejas, mas sei muito bem o que quero fazer contigo.</em></span></p>
<p> </p>
<p style="text-align: right;">*<strong>Pablo Neruda</strong> in <em>Veinte poemas de amor y una canción desesperada</em></p>