publicado por vincent | Quinta-feira, 08 Julho , 2010, 11:58

 

A Playboy sempre foi uma publicação que aprendi a respeitar, lia os seus "artigos" com interesse, até porque era um símbolo de uma maneira de estar que aprecio bastante, a provocação (também não desgosto da forma de estar das maminhas, sempre espevitadas as marotas), aliás viveu dela, sempre soube capitalizar em beneficio próprio um certo conservadorismo bacoco que existia sociedade ocidental. E se alguma crítica podemos fazer à edição portuguesa é a de não ter correspondido às expectativas e a um certo imaginário que existia, não que a boa mama da menina portuguesa não seja boa, mas neste caso só isso não chega e desde que iniciou a publicação, raramente esteve à altura dos pregaminhos da casa mãe. Quando finalmente consegue um momento inspirado, a mãe casca-lhe em cima e decide acabar com a edição portuguesa e logo pelas piores razões, que são o moralismo ou neste caso, a falta dele, isto há acontecer é triste e é o descaracterizar por completo da marca Playboy e só temos de lamentar.

Mas aqui chegado permitam-me especular sobre as que penso poder ser as verdadeiras razões para esta reação, e para mim só podem ser duas, ou são os problemas financeiros da empresa, que a fez fechar vários escritórios em todo mundo no último ano ou será apenas uma "ameaça", que terá o objectivo de marketing, já que a capa até agora não tinha despertado a polémica que previam, estou a torcer para que seja a segunda.

E em altura de crise em que cada vez mais os nossos governantes apelam ao consumo de produtos nacionais, vamos ao slogan, Playboy com mama portuguesa é uma beleza e ajuda no combate à pobreza (de espírito claro está).

 

 

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